
Atividades realizadas na Escola Municipal Ursinhos Carinhosos (Escola Municipal Raymundo Nonato)
Vem ver o espaço destinado para as publicações das ações realizadas pelos bolsistas de Raymundo Nonato

Leitura ao ar livre
A atividade de leitura ao ar livre foi realizada no jardim da escola, proporcionando aos estudantes um momento de contato com a natureza aliado ao incentivo ao gosto pela leitura. A proposta favoreceu um ambiente mais leve e acolhedor, estimulando a imaginação, a concentração e o envolvimento com os textos, além de contribuir para tornar a experiência leitora mais significativa e prazerosa.
Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
Explorando as Medidas de Comprimento
As medidas de comprimento foram trabalhadas por meio da utilização de unidades não padronizadas, como palmos, pés e passos, e também de unidades padronizadas, incluindo diferentes formas de uso do metro. A proposta possibilitou que os estudantes comparassem, explorassem e compreendessem as diferentes formas de medir, favorecendo a construção do conceito de medida de maneira prática, concreta e significativa.

Fonte: Arquivo Pessoal da Escola

Sistema Monetário
O sistema monetário foi trabalhado por meio da atividade do “mercadinho”, utilizando produtos de higiene, limpeza, alimentos e brinquedos trazidos pelas próprias crianças, o que favoreceu maior envolvimento e participação. Durante a proposta, os estudantes manusearam cédulas sem valor monetário, utilizaram caixa registradora e calculadora para realizar operações de soma e cálculo de troco, vivenciando situações próximas ao cotidiano. Todas as ações foram conduzidas pelas crianças, com o apoio das pibidianas Silvana, Maria e Marlen, sob a supervisão da professora regente Célia Meira, contribuindo para uma aprendizagem prática e significativa.
Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
Sílaba na Pipoca: aprender brincando no 1º ano
Ensinar alfabetização de forma significativa exige mais do que repetir conteúdos é preciso envolver, motivar e dar sentido ao aprendizado. Foi com esse objetivo que surgiu a atividade “Sílaba na pipoca”, desenvolvida com uma turma do 1º ano, unindo ludicidade, competição saudável e construção do conhecimento.
A proposta consistiu em uma dinâmica simples, mas bastante envolvente: os alunos foram divididos em dois grupos meninos e meninas ,e desafiados a escolher sílabas que, juntas, formassem corretamente determinadas palavras. A cada acerto, a empolgação aumentava, transformando o momento em uma verdadeira celebração da aprendizagem.
Mais do que identificar sílabas, a atividade estimulou habilidades importantes no processo de alfabetização, como a consciência fonológica, a formação de palavras e o trabalho em equipe. Além disso, a competição saudável contribuiu para o desenvolvimento da socialização e do respeito entre os colegas.

Fonte: Maria de Fatima
Idealizada e aplicada pelas pibidianas Maria, Marlene e Jessiane, a prática foi um verdadeiro sucesso. O engajamento dos alunos foi evidente do início ao fim, culminando em um empate que manteve o clima de alegria e cooperação entre todos.
E, para fechar com chave de ouro, os estudantes foram recompensados com uma deliciosa pipoca, reforçando o caráter lúdico da atividade e tornando a experiência ainda mais memorável.
Atividades como essa mostram que aprender pode e deve ser prazeroso. Quando o ensino dialoga com o brincar, os resultados vão além do conteúdo: alcançam o entusiasmo, a participação e o desejo de aprender cada vez mais.

Fonte: Maria de Fatima
Quem Sou Eu? Um Momento de Acolhimento e Construção de Vínculos
No primeiro momento do encontro, foi realizada a apresentação e acolhida dos alunos pelas pibidianas Amanda, Diego, Maria, Rosilene e Silvana. Esse início foi pensado de forma estratégica, considerando que a maneira como os estudantes são recebidos pode influenciar diretamente no envolvimento e na participação ao longo de toda a proposta.
Para tornar esse momento mais dinâmico e significativo, foi utilizada a “caixa do Quem Sou Eu”, composta por perguntas que possibilitaram tanto que os alunos se apresentassem quanto que conhecessem melhor os pibidianos. A atividade favoreceu a interação, estimulou a oralidade e contribuiu para a criação de um ambiente mais acolhedor e participativo.
Além de promover a integração do grupo, essa estratégia também permitiu conhecer melhor o perfil dos estudantes, suas vivências e interesses aspectos essenciais para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais contextualizadas e significativas.
Ao final da atividade, foi realizada a entrega de uma lembrancinha aos alunos, como forma de carinho e valorização pela participação. Esse gesto, embora simples, fortalece os vínculos e contribui para a construção de um ambiente mais humano e motivador.
Fonte: Amanda Aparecida Martins


Fonte: Amanda Aparecida Martins
Regência em Sala de Aula: Trabalhando o Gênero Textual Quadrinha
No dia 02 de março de 2026, foi realizada a regência em sala de aula pelas pibidianas Amanda e Silvana, sob a supervisão da professora regente Célia Meira. A atividade teve como foco o componente curricular de Língua Portuguesa, com ênfase no trabalho com o gênero textual quadrinha.
A proposta foi desenvolvida de forma a valorizar a participação dos alunos, explorando as características do gênero, como a estrutura em versos, a presença de rimas e a linguagem simples e criativa. Durante a aula, buscou-se estimular a leitura, a interpretação e a produção textual, promovendo um aprendizado significativo e contextualizado.
Além disso, a escolha da quadrinha como gênero textual mostrou-se estratégica, por se tratar de um recurso acessível e próximo da realidade dos alunos, possibilitando maior envolvimento e facilitando a compreensão dos conteúdos trabalhados.
A supervisão da professora regente foi fundamental para o desenvolvimento da atividade, contribuindo com orientações e garantindo a condução adequada da prática pedagógica. Esse momento de regência se configurou como uma experiência importante para a formação docente, articulando teoria e prática no contexto real da sala de aula.
Fonte: Amanda Aparecida Martins

Regência em Sala de Aula: Integração entre Linguagem, Matemática e Artes
No dia 30 de março de 2026, foi realizada a regência em sala de aula pelas pibidianas Amanda e Silvana, sob a supervisão da professora regente Célia Meira. A proposta contemplou diferentes componentes curriculares, promovendo uma abordagem interdisciplinar.
No componente de Língua Portuguesa, foi trabalhada a fixação do gênero textual poema, explorando suas características e incentivando a leitura e a interpretação. Além disso, foi realizada a fixação da família da letra M, contribuindo para o processo de alfabetização e o desenvolvimento da consciência fonológica.
Na área de Matemática, foram desenvolvidas atividades que estimularam o raciocínio lógico e a participação dos alunos, enquanto, em Artes, as práticas possibilitaram a expressão criativa e o envolvimento dos estudantes de forma mais lúdica.
A articulação entre os diferentes componentes curriculares

Fonte: Amanda Aparecida Martins
favoreceu uma aprendizagem mais significativa, ao integrar conteúdos e aproximá-los das vivências dos alunos. A supervisão da professora regente foi essencial para orientar a condução das atividades, fortalecendo a prática pedagógica e contribuindo para a formação das pibidianas no contexto escolar.

Fonte: Maria de Fátima Pereira Lopes
Família silábica LA, LE, LI, LO, LU
No dia 04 de março de 2026, foi realizada uma prática pedagógica multidisciplinar pelas pibidianas Maria e Rosilene, com foco no desenvolvimento da linguagem e da criatividade dos alunos. A aula teve início com a contação de história, despertando o interesse e a imaginação das crianças. Em seguida, trabalhou-se a palavra “lobo”, explorando sua formação e significado, o que contribuiu para o processo de alfabetização. Posteriormente, foi desenvolvido um banco de palavras com as sílabas “la, le, li, lo, lu”, auxiliando no reconhecimento e na construção de novas palavras.
Para finalizar, os alunos participaram de uma atividade de artes, montando um quebra-cabeça com a imagem do lobo, promovendo a coordenação motora, a concentração e a interação. A aula integrou diferentes áreas do conhecimento, tornando o aprendizado mais dinâmico e significativo.
Relato de percepções do estagiário – Aula de Matemática
No dia 12 de março de 2026, realizei a regência de uma aula de Matemática no 1º ano, com a supervisão da professora Célia Meira, tendo como foco a habilidade EF01MA06, que propõe “construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas”.
A dinâmica realizada foi bastante significativa e adequada à faixa etária dos estudantes. Inicialmente, os alunos deixaram a mesa vazia e esticaram um barbante ao meio, formando duas divisões. Em seguida, a professora ditava uma distribuição, como por exemplo: “coloque 2 lápis à esquerda”, e os alunos deveriam completar o total de 5 colocando a quantidade restante do outro lado. Essa proposta permitiu que as crianças visualizassem a composição dos números de forma concreta, favorecendo a compreensão das relações aditivas.
Durante a observação, percebi que a atividade despertou o interesse e a participação da turma, pois os alunos se envolveram com entusiasmo na manipulação dos materiais. O uso do barbante e dos lápis tornou o aprendizado mais concreto, dinâmico e acessível, facilitando a compreensão da ideia de completar quantidades. A aula também possibilitou o desenvolvimento do raciocínio lógico, da atenção e da autonomia dos estudantes na resolução da situação proposta.

Fonte: Arquivo Pessoal da Escola

Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
Um aspecto que chamou bastante atenção foi o desempenho dos alunos que, inicialmente, apresentavam maior dificuldade. Com o apoio do material concreto, esses estudantes conseguiram realizar a atividade com mais segurança e compreensão. Foi possível perceber que, ao visualizar e manusear os objetos, eles avançaram na construção do conceito trabalhado, participando de forma mais ativa e acertando as composições solicitadas. Essa experiência evidenciou como o uso de recursos manipuláveis contribui para a aprendizagem matemática nos anos iniciais, favorecendo a compreensão e a sistematização das noções matemáticas.De modo geral, a aula foi muito proveitosa e demonstrou a importância de metodologias práticas no ensino da Matemática no 1º ano. Como estagiário, percebi que estratégias com material concreto tornam o conteúdo mais significativo para os alunos, especialmente para aqueles que ainda estão consolidando noções básicas de adição. A prática observada reforçou a relevância de planejar
atividades lúdicas e participativas, capazes de promover a aprendizagem de forma inclusiva e eficaz.
Trabalhando a temporalidade no 1º ano com a dinâmica “Os Potes do Tempo”
No dia 19 de março de 2026, realizei a regência de uma aula de História no 1º ano, com a supervisão da professora Célia Meira, tendo como foco a habilidade (EF01HI01), relacionada à compreensão das fases da vida e das noções de passado, presente e futuro.A dinâmica da aula, intitulada “Os Potes do Tempo”, foi desenvolvida de forma lúdica e participativa. Apresentei três potes identificados como passado, presente e futuro, e os alunos receberam fichas com frases sobre diferentes momentos da vida, como “eu era bebê”, “estou na escola” e “quando eu crescer”. Individualmente, cada criança leu sua ficha e, com minha mediação e a ajuda dos colegas, decidiu em qual pote deveria depositá-la.Durante a atividade, percebi que os alunos participaram com interesse e conseguiram compreender os conceitos de temporalidade de forma concreta e significativa. Ao final, retomei as classificações com a turma, reforçando os conceitos trabalhados de maneira leve e acessível.

Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
A evolução na alfabetização: um olhar sobre o desenvolvimento
Acompanhar o desenvolvimento dos alunos no processo de alfabetização é uma experiência extremamente enriquecedora e reveladora. Ao observar a trajetória do aluno D.L.B, é possível identificar avanços significativos entre o dia 05 de fevereiro de 2026 e o dia 10 de abril de 2026, especialmente no que se refere à escrita espontânea.
No início desse percurso, o aluno apresentava uma escrita em nível inicial, caracterizada por registros com poucas correspondências entre letras e sons, além de produções mais livres e não convencionais. Esse momento, embora desafiador, é fundamental no processo de alfabetização, pois revela que a criança já começa a compreender a função social da escrita, mesmo ainda não dominando o sistema alfabético.
Com o passar das semanas, por meio de intervenções pedagógicas planejadas, estímulos constantes e a utilização de recursos didáticos adequados, foi possível observar uma evolução significativa. O aluno passou a demonstrar maior organização em suas produções escritas, ampliando seu repertório de letras e estabelecendo relações mais consistentes entre fonemas e grafemas. Suas tentativas tornaram-se progressivamente mais próximas da escrita convencional, evidenciando avanços concretos em seu processo de aprendizagem.
No dia 10 de abril de 2026, durante uma aula de produção
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Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
textual, foi possível acompanhar de forma mais próxima a atividade deescrita espontânea do aluno. Esse momento se mostrou especialmente relevante para observar, na prática, seu progresso, sua autonomia e seu envolvimento com a proposta. Além disso, reforçou a importância de um acompanhamento individualizado e de um olhar atento por parte do educador.
Essa evolução evidencia que cada criança possui seu próprio ritmo de aprendizagem. Ao mesmo tempo, confirma que, com intervenções pedagógicas adequadas e intencionais, é possível promover avanços significativos, respeitando as particularidades de cada aluno e fortalecendo sua confiança no processo de construção do conhecimento.
Vivências pedagógicas na alfabetização: teoria e prática em diálogo
Durante o mês de abril de 2026, tenho vivenciado de forma ainda mais significativa a prática pedagógica no contexto da alfabetização, ampliando meu olhar sobre os processos de ensino e aprendizagem nos anos iniciais.
No dia 06 de abril de 2026, dediquei-me à confecção de materiais didáticos voltados aos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental. Entre os recursos produzidos, destacam-se as fichas individuais com o alfabeto de imprensa em letras maiúsculas e minúsculas, cuidadosamente elaboradas para auxiliar no reconhecimento e na escrita das letras. Essa experiência evidenciou a relevância de planejar e produzir materiais pedagógicos alinhados à realidade dos estudantes, favorecendo um ensino mais acessível, concreto e significativo.
Já no dia 10 de abril de 2026, tive a oportunidade de acompanhar a aplicação desse material em sala de aula, auxiliando uma aluna durante a realização das atividades propostas. Esse momento foi marcado por uma interação próxima, pautada na escuta atenta e no suporte individualizado. Foi possível perceber, na prática, como esse acompanhamento contribui para a consolidação do aprendizado e para o fortalecimento da confiança da criança em seu próprio processo de desenvolvimento.
Essas vivências reforçam a importância de articular teoria e prática no fazer pedagógico, compreendendo que o ensino vai além da transmissão de conteúdos, envolvendo sensibilidade, intencionalidade e um olhar atento às necessidades de cada aluno.

Fonte: Jessiane Ferreira Gandra
Relato de Atividade Pedagógica: Introdução de unidades e dezena
A professora Célia realizou a introdução de unidades e dezena de forma lúdica e concreta, utilizando o Material Dourado como recurso principal. Durante a aula, os alunos exploraram a contagem de unidades e foram orientados a realizar o agrupamento dessas peças. Foi utilizado a música dos indiozinhos para auxiliar na introdução do mesmo.
A atividade demonstrou que, ao reunir um grupo de 10 unidades, ocorre a transição para uma dezena exata, representadas por uma barra do material. Essa abordagem facilitou a compreensão visual do sistema de numeração decimal, permitindo que a turma relacionasse a manipulação física ao registro simbólico do número 10 de maneira organizada e significativa.
Fonte: Jucimara Lopes




DESFILE DAS PROFISSÕES
A escola de Itamarandiba, juntamente com os pibidianos e a supervisora, tiveram a honra de receber os pais em um momento muito especial: o Desfile das Profissões. O dia foi marcado por alegria e descontração, reforçando a importância de conscientizar as crianças e famílias de que todas as profissões são essenciais e merecem respeito, valorização e reconhecimento.
Fonte: Arquivo Pessoal da Escola


Fonte: Arquivo Pessoal da Escola
Explorando espaços e números
Quando a Matemática ganha vida
Em uma atividade com a turma Maurício de Sousa do 1º ano do Ensino Fundamental, levamos a Matemática para além da sala de aula. As crianças exploraram diferentes espaços da escola, como corredores, área externa e elevador, observando sua função, a organização dos ambientes e a importância da acessibilidade.
A proposta trabalhou os números ordinais (1º, 2º e 3º) de forma prática e próxima do cotidiano. Depois das atividades em sala, fomos até o elevador, onde as crianças puderam vivenciar a sequência dos andares, apertar os botões e perceber que a Matemática também está presente nos espaços que fazem parte de sua rotina.
O momento foi marcado por muita curiosidade, participação e alegria. Para as crianças, aprender os números deixou de ser apenas uma atividade no papel e passou a fazer parte de uma experiência concreta, compartilhada com os colegas.
Essa vivência mostrou, na prática, que ensinar também é criar oportunidades para que a criança descubra, experimente e encontre sentido naquilo que aprende. Para nós, bolsistas do PIBID, foi mais uma oportunidade de aprender junto com as crianças e perceber que pequenos momentos podem tornar a aprendizagem muito mais significativa e próxima de sua realidade.








Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes Lucena
Desafio dos Balões: Palavras e Números
A atividade “Desafio dos Balões: Palavras e Números” foi realizada de maneira lúdica, integrando aprendizagens de Língua Portuguesa e Matemática. Para tornar o momento ainda mais divertido, foram preparados diversos balões contendo pequenos papéis em seu interior.
Em alguns papéis havia palavras, que deveriam ser utilizadas pelas crianças para criar frases. Em outros, havia operações matemáticas, envolvendo diferentes situações de adição e resultados. Cada criança teve a oportunidade de estourar um balão, retirar o papel e descobrir o desafio que havia recebido.
A partir daí, colocava seus conhecimentos em prática, construindo frases ou resolvendo a operação matemática. A proposta proporcionou um momento de aprendizagem descontraído e significativo, estimulando a leitura, a escrita, a produção de frases, o raciocínio lógico e a resolução de situações matemáticas, além de favorecer a participação, a autonomia e a interação entre as crianças. Aprender pode ser divertido, e quando a brincadeira se transforma em aprendizagem, o conhecimento ganha ainda mais significado!
Aprender a Língua Portuguesa é descobrir o poder das palavras; aprender Matemática é compreender a lógica dos números, juntos esses conhecimentos ajudam as crianças a pensar, comunicar-se e a interpretar o mundo ao seu redor.



Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
Fonte: Jucimara Lopes
